Fernando Cabrita, natural de Lagos, iniciou a carreira de futebolista no Esperança de Lagos, representando em seguida o Olhanense e o Angers (França), antes de ingressar no Sporting da Covilhã na época 1953/1954. Envergou a camisola serrana durante seis épocas, tendo contribuído para os maiores feitos desportivos do emblema covilhanense, concretamente, o 5º lugar na 1ª Divisão em 1955/1956 e Finalista da Taça de Portugal em 1956/1957. Fernando Cabrita somou 11 internacionalizações por Portugal (7 na Selecção AA e 4 na Selecção BB), desempenhando vários lugares em campo devido a sua elevada cultura táctica, jogando no Covilhã muitas vezes a médio esquerdo ou organizador de jogo, sendo um grande profissional, de elevada conduta fora e dentro do terreno de jogo. Fernando Cabrita foi depois um treinador de reconhecidos méritos em diversos clubes nacionais, e também no estrangeiro, com saliência para o facto de ter integrado a Comissão Técnica da Selecção de Portugal no Campeonato Europeu de 1984. Certamente, que muito mais haverá a dizer sobre Fernando Cabrita…quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Fernando Cabrita
Fernando Cabrita, natural de Lagos, iniciou a carreira de futebolista no Esperança de Lagos, representando em seguida o Olhanense e o Angers (França), antes de ingressar no Sporting da Covilhã na época 1953/1954. Envergou a camisola serrana durante seis épocas, tendo contribuído para os maiores feitos desportivos do emblema covilhanense, concretamente, o 5º lugar na 1ª Divisão em 1955/1956 e Finalista da Taça de Portugal em 1956/1957. Fernando Cabrita somou 11 internacionalizações por Portugal (7 na Selecção AA e 4 na Selecção BB), desempenhando vários lugares em campo devido a sua elevada cultura táctica, jogando no Covilhã muitas vezes a médio esquerdo ou organizador de jogo, sendo um grande profissional, de elevada conduta fora e dentro do terreno de jogo. Fernando Cabrita foi depois um treinador de reconhecidos méritos em diversos clubes nacionais, e também no estrangeiro, com saliência para o facto de ter integrado a Comissão Técnica da Selecção de Portugal no Campeonato Europeu de 1984. Certamente, que muito mais haverá a dizer sobre Fernando Cabrita…segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
CD Fátima 3 SC Covilhã 0

Mantém-se a tradição do Sporting Clube da Covilhã não vencer nos últimos anos no campo do Centro Desportivo de Fátima, e desta vez por números esclarecedores, com os serranos a não conseguirem disfarçar o mau momento que atravessam.
Numa partida marcada pela chuva, a equivalência de valores começou por ser a nota dominante, até nos lances de perigo, visto que aos 9 minutos, foi por muito pouco que Dagil não chegou a uma boa jogada de Pizzi, enquanto aos 13 minutos, David Simão obrigou o guardião Diego Silva a uma boa intervenção. Aos 18 minutos, os visitantes reclamaram uma grande penalidade após um cabeceamento de Edgar, mas o árbitro Bruno Esteves não vislumbrou qualquer infracção manual do defensor local. Depois da meia hora, o Fátima revelou-se mais rápido a trocar a bola e aos 36 minutos a atenção de Diego Silva impediu que Nuno Sousa causasse estragos. No entanto, o golo dos locais acabou mesmo por surgir aos 39 minutos, quando um livre directo de André Carvalhas possibilitou uma boa defesa a Diego Silva para canto, na sequência do qual, João Vilela desviou de cabeça para as redes forasteiras. O encontro estava movimentado e aos 43 minutos, Steven Vitória cabeceou ao lado em plena área local, respondendo o Fátima com um remate de Nuno Sousa defendido por Diego Silva. Ao intervalo: 1-0.
No segundo tempo, os pupilos de Rui Vitória tiveram um início dominador, conquistando três cantos consecutivos, e no último dos quais aconteceu a dilatação da vantagem por André Carvalhas, precisamente de canto directo quando decorria o minuto 48. O Covilhã sentiu bastante o tento sofrido e não esboçou uma reacção digna desse nome, por isso, até foram os locais que ameaçaram novos festejos aos 68 minutos, mas Diego Silva esteve muito bem perante Nuno Sousa. Os comandados de João Salcedas passaram a optar pela colocação rápida da bola na área adversária e aos 70 minutos, Beré atirou por cima. No derradeiro quarto de hora, os serranos empurraram em definitivo o Fátima para terrenos mais recuados, porém, sem qualquer acção de grande perigo para a baliza defendida por Nené. Os locais revelaram-se atentos ao contra ataque e aos 77 minutos, o remate de David Simão passou muito perto das redes covilhanenses. De pontaria mais apurada apresentou-se Marco Matias, que poucos instantes após a entrada em campo, rematou certeiro diante Diego Silva e fixou o resultado em 3-0 aos 85 minutos. Beré ficou a escassos centímetros de reduzir a diferença aos 87 minutos, no entanto, o desfecho estava mesmo encontrado e o Covilhã somou o terceira partida seguida sem vencer, o que originou a queda para o 12º lugar da classificação, recebendo na próxima jornada o Santa Clara.
Texto: Eugénio Lopes.
Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/liga_vitalis/pages/jogo.aspx?epoca=20092010&jornada=9&jogo=5999
Numa partida marcada pela chuva, a equivalência de valores começou por ser a nota dominante, até nos lances de perigo, visto que aos 9 minutos, foi por muito pouco que Dagil não chegou a uma boa jogada de Pizzi, enquanto aos 13 minutos, David Simão obrigou o guardião Diego Silva a uma boa intervenção. Aos 18 minutos, os visitantes reclamaram uma grande penalidade após um cabeceamento de Edgar, mas o árbitro Bruno Esteves não vislumbrou qualquer infracção manual do defensor local. Depois da meia hora, o Fátima revelou-se mais rápido a trocar a bola e aos 36 minutos a atenção de Diego Silva impediu que Nuno Sousa causasse estragos. No entanto, o golo dos locais acabou mesmo por surgir aos 39 minutos, quando um livre directo de André Carvalhas possibilitou uma boa defesa a Diego Silva para canto, na sequência do qual, João Vilela desviou de cabeça para as redes forasteiras. O encontro estava movimentado e aos 43 minutos, Steven Vitória cabeceou ao lado em plena área local, respondendo o Fátima com um remate de Nuno Sousa defendido por Diego Silva. Ao intervalo: 1-0.
No segundo tempo, os pupilos de Rui Vitória tiveram um início dominador, conquistando três cantos consecutivos, e no último dos quais aconteceu a dilatação da vantagem por André Carvalhas, precisamente de canto directo quando decorria o minuto 48. O Covilhã sentiu bastante o tento sofrido e não esboçou uma reacção digna desse nome, por isso, até foram os locais que ameaçaram novos festejos aos 68 minutos, mas Diego Silva esteve muito bem perante Nuno Sousa. Os comandados de João Salcedas passaram a optar pela colocação rápida da bola na área adversária e aos 70 minutos, Beré atirou por cima. No derradeiro quarto de hora, os serranos empurraram em definitivo o Fátima para terrenos mais recuados, porém, sem qualquer acção de grande perigo para a baliza defendida por Nené. Os locais revelaram-se atentos ao contra ataque e aos 77 minutos, o remate de David Simão passou muito perto das redes covilhanenses. De pontaria mais apurada apresentou-se Marco Matias, que poucos instantes após a entrada em campo, rematou certeiro diante Diego Silva e fixou o resultado em 3-0 aos 85 minutos. Beré ficou a escassos centímetros de reduzir a diferença aos 87 minutos, no entanto, o desfecho estava mesmo encontrado e o Covilhã somou o terceira partida seguida sem vencer, o que originou a queda para o 12º lugar da classificação, recebendo na próxima jornada o Santa Clara.
Texto: Eugénio Lopes.
Ficha de Jogo: http://www.lpfp.pt/liga_vitalis/pages/jogo.aspx?epoca=20092010&jornada=9&jogo=5999
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Balseiro
Luís Balseiro iniciou a sua carreira nas camadas jovens do Beira-Mar, tendo continuado a sua formação no Sporting CP. Ingressa pela primeira vez no Covilhã na época 1983/1984, vindo do Estarreja, mas ficou por cá apenas uma temporada, no entanto, após dois anos no emblema de Aveiro, Balseiro regressou em 1986/1987 para ser campeão nacional da 2ª Divisão, mantendo-se na época seguinte para representar o clube serrano na 1ª Divisão. Balseiro foi muitas vezes titular da baliza covilhanense, sendo um guarda-redes de grandes recursos e reconhecido profissionalismo, que para além do Sporting da Covilhã, actuou no principal escalão do futebol nacional por Tirsense, União da Madeira e Beira-Mar. Mas existirão mais referências de Balseiro… quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Suarez
Vitoriano Suarez, natural de Redondela, arredores de Vigo (Espanha), chegou ao Sporting da Covilhã em 1955/1956, proveniente do Hércules, que na altura militava no principal campeonato do país vizinho. Em duas temporadas, Suarez marcou 33 golos, tendo sido o melhor marcador da Taça de Portugal de 1956/1957 com 15 tentos, numa caminhada triunfal que levou o Sporting da Covilhã à Final da prova (derrota por 1-3), disputada no Estádio Nacional com o SL Benfica. Suarez era um finalizador nato, com um remate fácil, potente e certeiro, sendo um perigo constante para os defesas e guarda-redes. Com a descida dos serranos à 2ª Divisão, o avançado espanhol transferiu-se para o Belenenses, tendo representado depois o Vitória de Setúbal e o Salgueiros. Que mais haverá a dizer sobre Suarez?quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Carlos Carneiro
Carlos Carneiro começou a carreira de futebolista no FC Paços de Ferreira, onde rubricou algumas épocas muito positivas pelos seniores na 2ª Divisão de Honra. No entanto, em 1997/1998 foi emprestado ao Sporting da Covilhã a meio da temporada, mas ainda a tempo de assinar 9 golos que quase valiam a ascensão à 2ª Divisão de Honra, perdida para a Naval 1º Maio na última jornada. Carlos Carneiro continuou na Covilhã em 1998/1999 e desta vez o emblema serrano subiu mesmo de escalão, com o contributo de 10 golos e inúmeras assistências do avançado nortenho. O jogador regressou depois ao Paços de Ferreira, passando também por outros clubes do mais alto escalão do futebol nacional, como Vitória de Guimarães e Gil Vicente, e campeonatos estrangeiros. Que outras recordações existem de Carlos Carneiro?quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Eduardo Prata
Eduardo Prata, natural da Covilhã, começou a sua carreira nos juniores do Sporting da Covilhã, transitando posteriormente para o São Romão e para o Pinhelenses, devido ao facto de estar a cumprir o serviço militar. Prata regressou depois, em definitivo, ao Sporting da Covilhã, onde jogou preferencialmente a defesa central e algumas vezes a lateral esquerdo ou direito, tendo sido durante cinco anos capitão de equipa. Das poucas épocas em que os serranos militaram na 3ª Divisão, Prata fez parte de duas formações que asseguraram a subida ao escalão secundário, concretamente em 1970/71, ao vencer o Torneio de Competência II/III Divisão, e em 1974/75, ao conquistar a Série B da III. Que outras referências existem sobre Eduardo Prata?quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
Real
António Real, natural do Teixoso, começou por jogar nas camadas jovens da AD Estação e do GD Teixosense, transitando depois para os seniores do Sporting da Covilhã, onde integrou as equipas que assinaram as últimas presenças serranas no primeiro escalão do futebol português (1985/1986 e 1987/1988). Com a descida ao nível secundário, Real rumou à Académica de Coimbra por duas épocas, tendo voltado ao Covilhã em 1991/1992, com o clube a disputar a 2ª Divisão B. Depois de mais uma saída, Real regressou ao emblema serrano em 1995/1996, contribuindo para a subida à 2ª Divisão Honra nessa temporada. Real ocupava o lugar de médio, demonstrando grande garra e reconhecida classe, mas certamente que haverá muito mais a acrescentar sobre este influente jogador…
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